quinta-feira, 5 de setembro de 2013

POEMA PIMENTA, por Quel

É explosiva. É espoleta
É a vermelha Malagueta
É cheirosa. É fogosa
É a Pimenta Rosa
É de dar água na boca
É a Dedo de Moça
É a realeza destruída
É a do Reino Moída
É a que faz rir
É a Pimenta Cumari
É do mundo da pimenta
o humor que faz prosseguir.



Certas visões do cotidiano me intrigam. Não posso deixar de falar como a tecnologia tem se apoderado de nossas vidas e principalmente de nossa atenção. Observar o comportamento dos indivíduos a sua volta é mais do que fazer uma leitura comportamental, é ver como ocorre à transformação da vida, dos hábitos. Conhecimento tecnológico é um recurso poderoso, para quem saber usar e pondera-lo. Do contrário nos priva de laços afetivos, de viver em sociedade e principalmente de exercê-la.

Em meio a um restaurante, avisto um casal com uma criança, que provavelmente era filhos deles, o menino era bastante inquieto, uma figurinha, bem parecido com o Taz-Mania. Ficou bem claro que os pais não sabiam como fazer para que ele parasse. Imaginem vocês, como ele fez para que o pequeno Taz parasse?

É vergonhoso dizer isso, mais para acalmar uma criança nos dias de hoje os pais tascam um iPhone ou um iPad, nas mãos de uma criança para ela ficar calada e sentada.
Tempos modernos ou será tempos de sedentarismo? No meu tempo, bastava um olhar do meu pai para sossegar! Ou estamos ultrapassados ou a tecnologia esta engolindo o mundo. 

As crianças perderam forçadamente o direito de correr, pular, andar, falar e brincar ao ar livre! É mais fácil falar: "Senta ai que eu te dou o telefone, filhinho".
 Creio que seja tarde demais, a moda se espalhou. A necessidade de educar os pais primeiro é maior do que a necessidade de educar as crianças.


Gostaria de agradecer a uma pessoa em especial que sempre me deu apoio e incentivo para que eu escrevesse, seguisse na carreira de jornalismo e para que eu idealizasse a ideia deste blog. Obrigado, Felipe Sandim. Pessoas com a sua luz são raras de se achar, que essa sua luz brilhe e ilumine muitas pessoas por muitos anos.  


Por Bárbara Antunes

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